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Sensibilização para a segurança física e digital: qual é a diferença?

A sensibilização para a segurança é a capacidade dos funcionários de reconhecer ameaças, avaliá-las e reagir da forma correta. A maioria das organizações concentra-se nos riscos digitais, mas as ameaças físicas são igualmente reais. Um funcionário que mantém aberta uma porta de segurança para um estranho representa um risco tão grande quanto aquele que clica num e-mail de phishing. A verdadeira sensibilização para a segurança abrange ambos os aspetos.

Por que é que as ameaças físicas são tão perigosas quanto as digitais

As ameaças à segurança física são fáceis de ignorar porque não ativam um alerta do firewall nem um aviso do antivírus. Acontecem nos corredores, nas áreas de receção e nos parques de estacionamento. Um visitante que consegue entrar na sala dos servidores, um relatório impresso deixado numa secretária ou uma chamada telefónica de alguém que diz ser do suporte informático: nada disso aparece num registo do sistema, mas tudo isso pode levar a uma violação grave.

Uma sensibilização eficaz para a segurança abrange ambas as vertentes: a segurança física e a segurança digital. Juntas, formam a base comportamental subjacente a todas as políticas de segurança.

Comparação entre ameaças físicas e digitais

Tipo de ameaça Exemplo prático Exemplo digital
Acesso não autorizado Entrar atrás de outra pessoa por uma porta de segurança Iniciar sessão com credenciais roubadas
Engenharia social Fingindo ser um técnico ou um entregador E-mail de phishing de um falso gestor
Fuga de informação Deixar documentos confidenciais sem vigilância Enviar ficheiros confidenciais por e-mail pessoal
Risco do dispositivo Deixar um portátil à vista no carro Não bloquear o ecrã quando te afastas
Exposição acidental Discutir assuntos confidenciais num espaço público Escrever uma palavra-passe num post-it

Por que a sensibilização para a segurança começa pelas pessoas, e não pela tecnologia

Firewalls, credenciais de acesso e encriptação são essenciais, mas não conseguem proteger contra um funcionário que abre a porta à pessoa errada ou clica num link convincente. O ponto mais fraco de qualquer sistema de segurança é o comportamento humano, e o comportamento humano pode ser treinado.

As organizações que promovem a sensibilização para a segurança tanto no domínio físico como no digital registam menos incidentes, reconhecem as ameaças mais rapidamente e criam uma cultura de segurança que se mantém mesmo quando ninguém está a ver.

O que é que um curso de sensibilização para a segurança abrange?

Um bom curso de sensibilização para a segurança não se limita a testes de phishing. Ele ensina os funcionários a reconhecer ameaças tanto no mundo real como no ecrã. Os tópicos normalmente abordados incluem:

  • Como reconhecer ataques de phishing e tentativas de engenharia social
  • Como gerir senhas e credenciais de acesso com segurança
  • Segurança de acesso físico e prevenção do «tailgating»
  • Gerir informações confidenciais no escritório e em viagem
  • Comunicar incidentes: quando e como

Um curso pontual é um começo, mas não é a solução. O conhecimento esvai-se rapidamente quando não é reforçado. Uma formação eficaz em sensibilização para a segurança funciona de forma contínua: pequenos momentos de aprendizagem, repetição regular e feedback direto.

Formação em sensibilização para a segurança com a Guardey

A Guardey oferece uma plataforma de formação em sensibilização para a segurança que vai além de um curso de e-learning anual. Os colaboradores recebem um pequeno desafio todas as semanas, que abrange ameaças físicas e digitais relevantes para a sua organização. As simulações de phishing testam as respostas na prática, e os gestores têm uma visão clara, através de um painel de controlo, de onde estão os riscos.

A sensibilização para a segurança torna-se um hábito, não uma obrigação anual.

Dinela Lokvancic
Dinela Lokvancic Especialista em Marketing A Dinela mantém a presença online da Guardey atualizada. Ela cria conteúdos que tornam acessíveis temas complexos de cibersegurança e ajuda as organizações a entender por que a formação em consciencialização de segurança é importante para as suas equipas.
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